Mais uma vez, a máscara da moralidade seletiva do bolsonarismo cai. Em Tabaporã (MT), a Justiça suspendeu um contrato de R$ 210 mil firmado sem licitação com a empresa SS Orelli-ME para serviços de contabilidade que poderiam ser realizados pela própria servidora efetiva do município. A decisão judicial, que segue em anexo a esta matéria, foi resultado de uma ação popular movida por um cidadão indignado com o desperdício de dinheiro público.
Enquanto os falsos patriotas vivem de acusar adversários de corrupção e se autoproclamam guardiões da honestidade, a realidade é que os próprios aliados do bolsonarismo multiplicam escândalos em prefeituras, câmaras e governos estaduais.
O Tribunal de Contas do Estado já havia apontado “inúmeras irregularidades” no contrato de Tabaporã — um verdadeiro festival de vícios que ia desde a ausência de singularidade dos serviços até a falta de notória especialização da empresa escolhida.
O juiz foi direto: a manutenção do contrato causaria “lesão ao patrimônio municipal” e determinou a imediata suspensão do pagamento, com multa de R$ 2 mil por dia ao gestor público em caso de descumprimento.
É sempre a mesma história: aqueles que acusam o Supremo, Lula ou qualquer opositor de corrupção são os mesmos que, nos bastidores, se lambuzam com contratos superfaturados, emendas secretas e privilégios pagos pelo povo. A farsa do moralismo bolsonarista está exposta — não passa de cortina de fumaça para desviar a atenção dos seus próprios atos.
Quando o povo abre os olhos e aciona a Justiça, a verdade aparece. O contrato caiu, e junto com ele, mais um pedaço do castelo de hipocrisia construído pelo bolsonarismo.
Leia abaixo a decisão Judicial:
Fonte: A Voz do Povo em Tela